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domingo, 29 de outubro de 2017

Bem-vindo Outono


O Outono é frio suficiente para refrescar o calor e quente o suficiente para aquecer o frio.

É a estação suave, morna, nostálgica, que nos convida a refletir, a fazer escolhas e nos prepara para o Inverno. As ruas e os parques das cidades pintam-se de tons castanhos, laranjas, amarelos e dourados. Caem as primeiras chuvas, sopram os ventos e descem as temperaturas.

Este ano, na teoria estamos no Outono, mas na prática ainda estamos no Verão, pois as temperaturas continuam elevadas para esta época do ano.

Nunca antes como agora, me senti impelida a chamar pelo Outono, qual dança da chuva, e fi-lo através de decorações outonais, para a cozinha e para a sala de estar.

Outono, não permitas que o Verão ou o Inverno ocupem o teu lugar no calendário das estações.

Trabalhos executados em juta e tecido, unindo os dois materiais com ponto ajour.


 

 
 

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Do fracasso até ao sucesso


Ontem tentei fazer a receita de coxinhas de frango na Bimby e segui à risca a seguinte receita:




 
O recheio ficou bom, mas a massa ficou liquida!!!! Impossível tender coxinhas com esta massa. Que fracasso!

Já alguém fez esta receita e correu bem????

Para tentar salvar a massa adicionei 150g de farinha e programei 15seg/vel6. Adicionei mais 100g de farinha e programei 15seg/vel6. Adicionei outra vez mais 100g de farinha e programei 15seg/vel6. Total de farinha utilizada na receita: 740g em vez dos 390g iniciais. Não ficou perfeita nem consegui tender a massa em forma de coxinha, mas tendi em bolinhas, conforme a imagem seguinte:
 


Algumas levei ao forno:



Outras fritei:



O resultado surpreendeu pela positiva, pois ficou um misto entre a massa de pão e a massa das coxinhas. Ficou muito bom. Foi um sucesso. Gostamos tanto de decidi inventar um recheio especial para utilizar com esta massa.
 
 

Devo dizer, que nunca tinha tentado fazer coxinhas de frango, nem de modo tradicional nem com a Bimby.

Em conclusão, podemos sempre encontrar algo de bom, em algo menos bom que tenha acontecido. Até o que é negativo, terá sempre algum ponto positivo, desde que tenhamos otimismo e mente aberta para o encontrar.

 

 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Tralha Digital


Destralhe, se puder

Todos ou quase todos nós, temos por hábito guardar coisas ao longo da nossa vida. Também porque fomos educados para isso, pois antigamente as dificuldades eram grandes e o que não nos fazia falta num determinado momento, poderia dar jeito noutro momento futuro.

No mundo atual, em que a tecnologia e a era do digital está fortemente presente na nossa vida, temos também tendência para acumular lixo digital, ou seja, tralha que não necessitamos para nada.

Vamos por partes:

Email – Quantos de nós temos vários caixas de email, profissional e pessoal? Normalmente temos uma profissional e uma ou vários pessoais. Eu tenho. E quantos emails já foram lidos, mas ainda permanecem na caixa de email há vários meses ou até anos? Ainda podem vir a fazer falta no futuro, não é?

Fotografias – Quantos de nós têm fotografias com má qualidade ou “tremidas”, guardadas num DVD, pen ou disco externo, mas que nos recusamos a apagar, porque mesmo assim nos avivam as recordações? Eu tenho.

Receitas – Quantos de nós têm receitas de culinária ou outras, que em algum momento digitalizamos ou guardamos, mas que possivelmente nunca as iremos executar? Eu tenho. Perdi a conta ao número de receitas de culinária que tenho. E muito mais poderia enumerar.

Em resumo, eu sou uma acumula tralha digital.

Se é verdade que a tralha digital não ocupa espaço físico, a mesma ocupa espaço virtual, dificulta o acesso e as pesquisas e tem custos de armazenamento.

Uma sugestão: destralhe, apague, limpe a sua tralha digital e facilite as suas atividades pessoais ou profissionais.
 
                                              Free Stock Photo courtesy of picxclicx.com
 

sábado, 9 de setembro de 2017

Um fenómeno inexplicável


Quase na minha toalha e debaixo do meu chapéu de praia

 
O que é que se passa na cabeça de certas pessoas, para quase se sentarem nas nossas toalhas e debaixo dos nossos chapéus de praia, quando têm uma praia com mais de 4 km de extensão?

Este ano, mais do que em anos anteriores deparei-me com um fenómeno que não consigo explicar. Estávamos em praias bem grandes (mais do que uma), onde não havia necessidade de as pessoas se amontoarem e onde existia espaço suficiente para colocar as toalhas, os chapéus de praia e ainda ficaria muito espaço livre.

Contudo existem famílias que quando chegam à praia “encostam-se” a outras famílias que já lá estão. As toalhas de praia ficam a três palmos de distância das nossas, quando existe no local tanto espaço livre.

Verifiquei este fenómeno tanto com famílias portuguesas como com famílias estrangeiras.

Será que pensam que o nosso lugar é o melhor lugar de toda a praia? Ou sentem-se protegidos e amparados com a nossa presença? Ou pretendem que ouçamos todas as suas conversas?

Eu não entendo, juro que não entendo.